O patrimônio dos candidatos a prefeito nas cidades de Belém, Ananindeua, Santarém, Marabá, Castanhal, Parauapebas, Altamira e Itaituba totaliza R$ 53.119.623,07, valor esse levantado a partir dos dados fornecidos pelos próprios políticos à Justiça Eleitoral.
Dos municípios analisados, Parauapebas é onde a soma dos bens dos candidatos apresenta o maior valor: R$ 18.111.134,00, sendo que somente o patrimônio declarado de Walmir da Integral, que disputa à prefeitura pelo PSD, totaliza R$ 16.061.334,00, entre terrenos, quotas de capital e automóveis.
Em Altamira, os bens dos que estão na disputa pelo cargo de prefeito somam R$ 11.765.318,83, o segundo maior valor das oito cidades avaliadas. No município, os candidatos com maiores patrimônios são Délio Fernandes (PR), com bens que somam R$ 10.169.000,00, e Domingos Juvenil (PMDB), cujos bens totalizam R$ 1.198.400,13.
Ananindeua, onde a soma dos bens dos candidatos foi de R$ 5.694.743,36, ficou em terceiro lugar entre as cidades analisadas. Nesse caso, Manoel Pioneiro (PSDB) possui o maior patrimônio: R$ 3.007.061,04. O peemedebista Francisco das Chagas, o Chicão, e João Bernardes (PV), possuem o segundo e o terceiro maior patrimônio, com bens que totalizam, respectivamente, R$ 822.737,65 e R$ 775.000,00.
O valor da soma dos bens declarados dos candidatos em Belém (R$ 5.609.543,01) foi quarto maior das oito cidades avaliadas. Em seguida veio Castanhal, onde o patrimônio dos candidatos totalizou R$ 4.694.577,55. Pedro Coelho (PPS) possui o maior patrimônio (R$ 3.125.708,63), seguido de Márcio Miranda , do DEM (R$ 1.039.622,92).
Em Marabá, os bens dos candidatos somam R$ 3.974.013,07, sendo que, desse valor, R$1.344.013,07 foram declarados por Tião Miranda (PTB). Em Santarém, os candidatos possuem um patrimônio total de R$ 1.644.317,95. O maior é de Rubson Santana, do PSC (R$ 670.000,00). Itaituba é onde a soma dos bens dos candidatos apresenta o menor valor: R$ 1.625.975,30.
Fonte: Jornal Amazônia
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